As classes C e D são as principais responsáveis pelo aquecimento nas vendas de casas mais populares. Segundo o Secovi, até 2006 a maior parte dos lançamentos era de imóveis de luxo, de três e quatro quartos. Hoje, esse tipo de venda caiu 20%, enquanto apartamentos mais baratos, para as classes C e D, de dois e três dormitórios, estão vendendo 20% a mais.
Fonte: G1 (É claro tirei da matéria tudo que dizia, crise financeira)
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Afinal, pra quem é a crise?
Veja só essa noticia no site G1(detalhe, notícia original da BBC Brasil)
Crise leva franceses a trocar restaurantes por lanchonetes
Estudo aponta mudança nos hábitos alimentares para reduzir os custos.
Minha pergunta. Para os donos de lanchonetes esta havendo um superaquecimento na economia?
É isso mesmo?
Ou seja pra quem é a crise para os restaurantes?
E porque não vincular essa notícia:
Movimento nas lanchonetes melhora com a chegada da crise financeira.
Estudo aponta mudança nos hábitos alimentares para reduzir os custos.
Acho que é muito sensacionalismo...........
Crise leva franceses a trocar restaurantes por lanchonetes
Estudo aponta mudança nos hábitos alimentares para reduzir os custos.
Minha pergunta. Para os donos de lanchonetes esta havendo um superaquecimento na economia?
É isso mesmo?
Ou seja pra quem é a crise para os restaurantes?
E porque não vincular essa notícia:
Movimento nas lanchonetes melhora com a chegada da crise financeira.
Estudo aponta mudança nos hábitos alimentares para reduzir os custos.
Acho que é muito sensacionalismo...........
domingo, 7 de dezembro de 2008
Brasileirão 2008

São Paulo Hexacampeão Brasileiro TRIcolor vence em 2006, 2007 e 2008.
Domingo, 07/12/2008
17:00 Sport 4x3 Coritiba
17:00 Goiás 0x1 São Paulo
17:00 Fluminense 1x1 Ipatinga
17:00 Vasco 0x2 Vitória
17:00 Figueirense 3x1 Internacional
17:00 Cruzeiro 4x1 Portuguesa
17:00 Atlético-PR 5x3 Flamengo
17:00 Santos 0x0 Náutico
17:00 Palmeiras 0x1 Botafogo
17:00 Grêmio 2x0 Atlético-MG
Vasco, Figueirense, Portuguesa e Ipatinga Rebaixados para a Série B 2009.
Domingo, 07/12/2008
17:00 Sport 4x3 Coritiba
17:00 Goiás 0x1 São Paulo
17:00 Fluminense 1x1 Ipatinga
17:00 Vasco 0x2 Vitória
17:00 Figueirense 3x1 Internacional
17:00 Cruzeiro 4x1 Portuguesa
17:00 Atlético-PR 5x3 Flamengo
17:00 Santos 0x0 Náutico
17:00 Palmeiras 0x1 Botafogo
17:00 Grêmio 2x0 Atlético-MG
Vasco, Figueirense, Portuguesa e Ipatinga Rebaixados para a Série B 2009.
sábado, 6 de dezembro de 2008
Sinal dos tempos.....
Patrocinador desiste de parceria e complica finanças do Flamengo
À beira de 2009, o Flamengo descobrirá que o poço do clube não tem petróleo e é muito mais fundo do que se imagina. Em reunião na última quinta-feira, a diretoria da Petrobras desaconselhou a renovação do compromisso com o clube carioca. A decisão é reflexo da crise mundial. Com a economia retraída e precisando de sucessivos empréstimos bancários, a gigante do ramo petrolífero decidiu cortar despesas. E uma delas, segundo o encontro da alta cúpula, é o patrocínio ao Flamengo. O atual compromisso termina em janeiro de 2009 e rendeu aos cofres do clube carioca R$ 16,2 milhões. As negociações para a renovação por três anos se estendem há algum tempo. Inicialmente, o Fla desejava R$ 20 milhões. Entretanto, após rodadas de negociação, o valor caiu para R$ 18 milhões e o contrato por três anos estava quase acordado. No entanto, a reunião de quinta-feira pode estragar os planos do Flamengo e prejudicar drasticamente o orçamento de 2009. Afinal, o clube terá pouco mais de um mês para negociar um novo patrocínio. Até o início da noite de sexta, o presidente Marcio Braga não sabia da desistência da Petrobras. - Não tem nada novo. Vamos aguardar para ver o que acontece. O prazo se encerra quando o atual contrato acabar – diz o dirigente. Em 2009, a parceria entre Flamengo e Petrobras completaria 25 anos.
Fonte: G1
À beira de 2009, o Flamengo descobrirá que o poço do clube não tem petróleo e é muito mais fundo do que se imagina. Em reunião na última quinta-feira, a diretoria da Petrobras desaconselhou a renovação do compromisso com o clube carioca. A decisão é reflexo da crise mundial. Com a economia retraída e precisando de sucessivos empréstimos bancários, a gigante do ramo petrolífero decidiu cortar despesas. E uma delas, segundo o encontro da alta cúpula, é o patrocínio ao Flamengo. O atual compromisso termina em janeiro de 2009 e rendeu aos cofres do clube carioca R$ 16,2 milhões. As negociações para a renovação por três anos se estendem há algum tempo. Inicialmente, o Fla desejava R$ 20 milhões. Entretanto, após rodadas de negociação, o valor caiu para R$ 18 milhões e o contrato por três anos estava quase acordado. No entanto, a reunião de quinta-feira pode estragar os planos do Flamengo e prejudicar drasticamente o orçamento de 2009. Afinal, o clube terá pouco mais de um mês para negociar um novo patrocínio. Até o início da noite de sexta, o presidente Marcio Braga não sabia da desistência da Petrobras. - Não tem nada novo. Vamos aguardar para ver o que acontece. O prazo se encerra quando o atual contrato acabar – diz o dirigente. Em 2009, a parceria entre Flamengo e Petrobras completaria 25 anos.
Fonte: G1
Campeonato Brasileiro Série B
Subiram:
Corinthians
Santo André
Avaí
Barueri
Desceram para a Série C:
Marília
Criciuma
Gama
CRB
Corinthians
Santo André
Avaí
Barueri
Desceram para a Série C:
Marília
Criciuma
Gama
CRB
domingo, 9 de novembro de 2008
Teoria do dedo Anelar
Reflita sobre isso é a mais pura verdade!!!Por que se usa aliança no quarto dedo?
Os polegares representam os pais.
Os indicadores representam teus irmãos e amigos.
O dedo médio representa a ti mesmo.
O dedo anelar (quarto dedo) representa o seu cônjuge.
O dedo mindinho representa teus filhos.
Agora junta tuas mãos palma com palma, depois, une os dedos médios de forma que fiquem apontando a ti mesmo.
Agora tenta separar de forma paralela teus polegares (representam teus pais), você vai notar que eles se separam porque teus pais não estão destinados a viver contigo ate o dia da tua morte, una os dedos novamente.
Agora tenta separar igualmente os dedos indicadores (representam teus irmãos e amigos), vai notar que também se separam porque eles se vão, e tem destinos diferentes como se casar e ter filhos.
Tente agora separar da mesma forma os dedos mindinhos (representam teus filhos) estes também se abrem porque teus filhos crescem e quando já não precisam mais de nos,se vão, una os dedos novamente.
Finalmente, tente separar teus dedos anelares (o quarto dedo que representa teu cônjuge) e você vai se surpreender ao ver que simplesmente não consegues separá-los.
Isso se deve ao fato de que um casal esta destinado a estar unido até o ultimo dia da sua vida e é por isso que o anel se usa neste dedo.
Algo curioso e legal saber!
Os polegares representam os pais.
Os indicadores representam teus irmãos e amigos.
O dedo médio representa a ti mesmo.
O dedo anelar (quarto dedo) representa o seu cônjuge.
O dedo mindinho representa teus filhos.
Agora junta tuas mãos palma com palma, depois, une os dedos médios de forma que fiquem apontando a ti mesmo.
Agora tenta separar de forma paralela teus polegares (representam teus pais), você vai notar que eles se separam porque teus pais não estão destinados a viver contigo ate o dia da tua morte, una os dedos novamente.
Agora tenta separar igualmente os dedos indicadores (representam teus irmãos e amigos), vai notar que também se separam porque eles se vão, e tem destinos diferentes como se casar e ter filhos.
Tente agora separar da mesma forma os dedos mindinhos (representam teus filhos) estes também se abrem porque teus filhos crescem e quando já não precisam mais de nos,se vão, una os dedos novamente.
Finalmente, tente separar teus dedos anelares (o quarto dedo que representa teu cônjuge) e você vai se surpreender ao ver que simplesmente não consegues separá-los.
Isso se deve ao fato de que um casal esta destinado a estar unido até o ultimo dia da sua vida e é por isso que o anel se usa neste dedo.
Algo curioso e legal saber!
sábado, 8 de novembro de 2008
Campeonato Brasileiro Série B
Ter, 04/11/2008
20:30
Paraná 2x3 São Caetano
20:30
Gama 2x2 América-RN
20:30
Marília 1x0 Vila Nova Sex, 07/11/2008
20:30
Ponte Preta 1x0 Juventude
20:30
Ceará 0x0 Bragantino
20:30
Bahia 1x0 Brasiliense Sáb, 08/11/2008
16:20
CRB 1x1 Avaí
16:20
Santo André 3x0 Fortaleza
16:20
Criciúma 0x2 Corinthians
Obs: com esse resultado o Corinthians é Campeão Brasileiro da Série B
20:40
ABC x Barueri
20:30
Paraná 2x3 São Caetano
20:30
Gama 2x2 América-RN
20:30
Marília 1x0 Vila Nova Sex, 07/11/2008
20:30
Ponte Preta 1x0 Juventude
20:30
Ceará 0x0 Bragantino
20:30
Bahia 1x0 Brasiliense Sáb, 08/11/2008
16:20
CRB 1x1 Avaí
16:20
Santo André 3x0 Fortaleza
16:20
Criciúma 0x2 Corinthians
Obs: com esse resultado o Corinthians é Campeão Brasileiro da Série B
20:40
ABC x Barueri
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Diego Maradona é o novo técnico da Argentina

Maradona esteve reunido com o presidente da Associação do Futebol Argentino (AFA), Julio Grondona, durante boa parte da tarde desta terça-feira. Segundo o próprio Maradona, Carlos Bilardo, técnico campeão mundial em 1986, será seu diretor de seleções.
- Ficou claro na conversa (com Grondona) que o time escalo eu. Vou escutar Carlos (Bilardo) sobre tudo, não se pode descartar um homem que sabe tanto - diz Diego em entrevista à rádio La Red.
Mais cedo, antes de encontrar Maradona, Julio Grondona havia afirmado que estudava ter mais de um técnico formando uma comissão, sem que um deles fosse necessariamente o principal.
O ídolo substituirá Alfio Basile, que pediu demissão após série de resultados ruins nas eliminatórias.
- Ficou claro na conversa (com Grondona) que o time escalo eu. Vou escutar Carlos (Bilardo) sobre tudo, não se pode descartar um homem que sabe tanto - diz Diego em entrevista à rádio La Red.
Mais cedo, antes de encontrar Maradona, Julio Grondona havia afirmado que estudava ter mais de um técnico formando uma comissão, sem que um deles fosse necessariamente o principal.
O ídolo substituirá Alfio Basile, que pediu demissão após série de resultados ruins nas eliminatórias.
Fonte: G1
domingo, 26 de outubro de 2008
Carnes: sadia é premiada por gestão internacional de marca

A Sadia recebeu nesta quarta-feira o Prêmio Apex-Brasil de Excelência em Exportação na categoria Gestão Internacional de Marca. A empresa foi representada no evento pelo diretor de Relações Internacionais, José Augusto Lima de Sá, que recebeu o prêmio do secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Welber Barral. Esse é um reconhecimento mais do que merecido, afinal a Sadia foi pioneira em investir num trabalho de marca no exterior e também na abertura de novos mercados, alcançando um grande reconhecimento em países do Oriente Médio e Rússia, por exemplo, afirma José Augusto Lima de Sá. Além da conquista do prêmio na categoria Gestão Internacional de Marca, a Sadia concorria na categoria Abertura de Novos Mercados.Essa é a segunda edição do Prêmio Apex-Brasil, que busca premiar aqueles que mais contribuem para o bom desempenho e recordes da balança comercial brasileira. Participaram do evento o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, o presidente da Apex-Brasil, Alessandro Teixeira, e cerca de 1 mil pessoas, entre empresários e representantes de entidades.Foram premiadas sete empresas, três entidades e um jornalista, além do Estado de Pernambuco, que apresentou as maiores taxas de crescimento das exportações, de ampliação do número de produtos exportados e do aumento do número de destinos.Líder nacional na maioria das atividades em que opera, a Sadia também é uma das maiores empresas de alimentos da América Latina e uma das maiores exportadoras do País. No mercado brasileiro tem um portifólio de cerca de 680 itens, distribuídos para mais de 300 mil pontos-de-venda. Para o mercado externo exporta perto de 1.000 produtos para 117 países. As primeiras exportações da companhia foram realizadas nos anos 60.A empresa mantém um parque fabril com 22 unidades industriais (21 no Brasil e 1 na Rússia), duas unidades agropecuárias e centros de distribuição espalhados por oito Estados brasileiros. Além disso, possui representações comerciais em 11 países, entre eles Panamá, Argentina, Alemanha, Inglaterra, Rússia, Emirados Árabes, China e Japão. As informações são da Assessoria de Imprensa da Sadia.
Fonte: Agência Safras, Portal IG
Crise financeira mundial 'esfria' a febre da casa própria no Brasil
Ainda não é o fim da festa, mas os brigadeiros em cima da mesa podem estar escasseando. Em 2007, o financiamento imobiliário com recursos da poupança cresceu quase 100% frente ao ano anterior, levando o setor à sua maior expansão em décadas. Agora, a crise financeira mundial ameaça transformar esses bons ventos em brisa. O responsável pela piora no cenário é o aperto no crédito que o país tem começado a sentir: com o dinheiro em falta lá fora, os bancos tendem a proteger mais seus próprios recursos. Nessa tendência, três grandes bancos brasileiros aumentaram no início do mês a taxa de juros para o financiamento da casa própria. O Bradesco mudou a taxa de 9% para 10,5% ao ano para imóveis até R$ 120 mil. O Itaú reajustou o teto dos juros cobrados para 12%. No Unibanco, a taxa passou de 11% para 12%.
Fonte: G1
Fonte: G1
O impasse da política monetária brasileira diante da crise
O cenário é de crise, com os Bancos Centrais de diversos países lançando mão das mais diversas ferramentas para contornar a ameaça de recessão. Neste mês de outubro, os juros passaram de 2% para 1,5% nos Estados Unidos e de 5% para 4,5% na Inglaterra; o Banco Central Europeu também resolveu cortar a taxa de 4,25% para 3,75%. Os percentuais baixos refletem uma história bem diferente da brasileira, de potencial falta de consumo no lugar da ameaça inflacionária, como se estivéssemos falandode duas pontas opostas em uma mesma linha. Confuso? Nem tanto assim. O que acontece é que com uma ameaça de recessão batendo às portas das principais economias do globo, como as já citadas, o consumo tende a diminuir e os governos precisam de alguma maneira impedir que isso tome proporções desastrosas. Uma das formas de fazer isso é mexer na taxa de juros, já que com juros mais baixos o crédito fica mais barato bem como os preços dos diversos produtos (incluindo casas, automóveis, varejo...), atraindo as pessoas para as compras.Por aqui, há muito pouco tempo, o que mais se indagava sobre os mecanismos de ajuste da economia brasileira é se o BC elevaria ainda mais os juros no País para conter a inflação. Isso porque um processo de amplo financiamento aliado a crédito fácil levou as pessoas a consumirem demais. E com pouca oferta e muita demanda, os preços começaram a subir. Dessa forma, a taxa básica de juros conhecida como Selic funcionaria como um obstáculo para os preços altos. Importante ressaltar, que essa situação de controle inflacionário com ajustes dos juros para cima é historicamente comum na economia brasileira. Atualmente, a taxa está em 13,75% ao ano.Agora, porém, o Brasil se encontra em cima do muro. Em um momento em que ainda tenta conter a inflação, diminuindo prazos de financiamento e tornando o crédito menos disponível, também precisa estar de olho no que acontece ao redor do mundo, quando o objetivo é exatamente aumentar a liquidez e a conseqüente circulação do dinheiro. A diferença é que nos outros países, ao contrário daqui, os juros já estão em níveis baixíssimos.Para o economista da WinTrade, José Góes, a próxima decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) será uma das mais difíceis. “O Banco Central tem demonstrado preocupação com a inflação em todas as atas divulgadas, por outro lado, está presenciando uma desaceleração mundial que provavelmente causará uma desaceleração interna, resolvendo parte dessa inflação. É provável que o Copom mantenha a taxa como está ou aumente de leve em 0,25 p.p. sinalizando que o ciclo de altas está se encerrando”, comenta. Uma coisa é certa, para entender o cenário atual é preciso pensar em dois panoramas: um interno, outro externo; e como acontece com a inflação e o crescimento – variáveis que estão atreladas naturalmente e precisam de limites para não sair do controle -, o Brasil deve lidar com ferramentas antagônicas e necessárias para se manter sólido no meio do furacão.
Fonte: Wintrade
Fonte: Wintrade
Montadoras são afetadas pela crise financeira
Os principais mercados de veículos do mundo, Estados Unidos, Europa Ocidental e Japão, há dois meses sentem as vendas despencarem em função da turbulência financeira global. O alarde havia sido dado por analistas no início do ano, mas a proporção que a crise tomou não era esperada por nenhuma montadora. O resultado agora é a série de planos de reestruturação anunciada nesta semana. As novas medidas incluem demissões, fechamento de fábricas e revisão de metas.
A maior montadora do mundo, a Toyota Motor, deve reduzir a previsão de vendas no mundo de 9,7 milhões de veículos em 2009, diante da expectativa de que as vendas da indústria nos Estados Unidos vão cair abaixo dos 13 milhões de unidades. A informação foi divulgada, nesta sexta-feira (24), pela agência de notícias Jiji.
A montadora japonesa já tinha reduzido a previsão de vendas no final de agosto, que era de 10,4 milhões de veículos em 2009 - incluem a Daihatsu Motor e a Hino Motors. A empresa não comentou a publicação do possível novo corte. A Toyota deve anunciar resultados semestrais em 6 de novembro. A situação é muito pior para a norte-americana General Motors, a segunda maior do mundo. A empresa anunciou nesta quinta-feira (23) que será obrigada a demitir funcionários do mundo inteiro, já que programa de aposentadoria voluntária não foi suficiente para reduzir custos. O número de empregados a ser demitidos não foi divulgado. A montadora também vai suspender pagamentos a planos de pensão de funcionários conhecidos como 401K a partir de 1º de novembro.
No caso da GM, a crise agrava uma sucessão de prejuízos enfrentados pela companhia, como as vendas que despencarem com a mudança do perfil do consumidor norte-americano, o processo de venda da Chrysler e as perdas da divisão financeira da montadora, a GMAC. A empresa acumula mais de US$ 66 bilhões em prejuízos desde 2005. A norte-americana Ford Motors perdeu mais de US$ 8 bilhões no segundo semestre. A expectativa é de que a montadora registre novo prejuízo pesado no terceiro trimestre. A fabricante de automóveis já anunciou a demissão de 500 funcionários na Austrália, corte que se somará aos 350 demitidos em agosto. A Ford estuda ainda a venda de sua participação de US$ 1,4 bilhão na japonesa Mazda Motors Co.
Também nesta quinta-feira (23), a Chrysler anunciou planos para cortar 6% de sua força de trabalho no país, ou seja, 1.825 vagas. A empresa decidiu fechar uma fábrica no Estado de Ohio (EUA) mais cedo do que previa e planeja mudanças em outra fábrica em Newark, no Estado de Delaware.
Desde 2007 em mãos do fundo de investimentos Cerberus Capital Management, a Chrysler estuda várias possibilidades de associação para se recuperar que podem chegar, inclusive, a uma possível fusão com a General Motors ou com a Renault Nissan.
O Grupo Renault Nissan também enfrenta apuros. A japonesa Nissan vai cortar 1.680 vagas na Espanha, onde possui duas fábricas. Já a francesa Renault decidiu fechar quase todas as fábricas na França durante uma ou duas semanas a partir da próxima segunda-feira (27) para enfrentar a queda nas vendas. Outro grupo francês, o PSA Peugeot-Citroën anunciou nesta sexta-feira (24) uma redução em massa da produção no quarto semestre como parte de um plano de ação em resposta à considerável queda nas vendas, provocada pela crise financeira.
Ainda na Europa, a alemã Daimler anunciou que o lucro operacional da empresa (lucro antes de juros e impostos) caiu para 648 milhões de euros entre julho e setembro, resultado 65,7% inferior ao do mesmo período de 2007 por causa da crise e da queda das vendas da Mercedes-Benz Cars.
A concentração dos esforços em mercados emergentes, como o Brasil, é vista pelas montadoras como o caminho de saída da crise. A exemplo disso, o Conselho de Administração da Fiat S.p.A divulgou, nesta quinta-feira (23), que o Fiat Group Automobiles (FGA) registrou, no terceiro trimestre, receita de 6,6 bilhões de euros, (alta de 1,9% em relação ao terceiro trimestre de 2007), mesmo com 516.700 veículos vendidos, queda de 4,8%. Segundo o grupo, o contínuo crescimento dos volumes no Brasil, de 10,2% no período, compensou as menores vendas na Europa Ocidental, em queda de 12%.
Fonte: G1
A maior montadora do mundo, a Toyota Motor, deve reduzir a previsão de vendas no mundo de 9,7 milhões de veículos em 2009, diante da expectativa de que as vendas da indústria nos Estados Unidos vão cair abaixo dos 13 milhões de unidades. A informação foi divulgada, nesta sexta-feira (24), pela agência de notícias Jiji.
A montadora japonesa já tinha reduzido a previsão de vendas no final de agosto, que era de 10,4 milhões de veículos em 2009 - incluem a Daihatsu Motor e a Hino Motors. A empresa não comentou a publicação do possível novo corte. A Toyota deve anunciar resultados semestrais em 6 de novembro. A situação é muito pior para a norte-americana General Motors, a segunda maior do mundo. A empresa anunciou nesta quinta-feira (23) que será obrigada a demitir funcionários do mundo inteiro, já que programa de aposentadoria voluntária não foi suficiente para reduzir custos. O número de empregados a ser demitidos não foi divulgado. A montadora também vai suspender pagamentos a planos de pensão de funcionários conhecidos como 401K a partir de 1º de novembro.
No caso da GM, a crise agrava uma sucessão de prejuízos enfrentados pela companhia, como as vendas que despencarem com a mudança do perfil do consumidor norte-americano, o processo de venda da Chrysler e as perdas da divisão financeira da montadora, a GMAC. A empresa acumula mais de US$ 66 bilhões em prejuízos desde 2005. A norte-americana Ford Motors perdeu mais de US$ 8 bilhões no segundo semestre. A expectativa é de que a montadora registre novo prejuízo pesado no terceiro trimestre. A fabricante de automóveis já anunciou a demissão de 500 funcionários na Austrália, corte que se somará aos 350 demitidos em agosto. A Ford estuda ainda a venda de sua participação de US$ 1,4 bilhão na japonesa Mazda Motors Co.
Também nesta quinta-feira (23), a Chrysler anunciou planos para cortar 6% de sua força de trabalho no país, ou seja, 1.825 vagas. A empresa decidiu fechar uma fábrica no Estado de Ohio (EUA) mais cedo do que previa e planeja mudanças em outra fábrica em Newark, no Estado de Delaware.
Desde 2007 em mãos do fundo de investimentos Cerberus Capital Management, a Chrysler estuda várias possibilidades de associação para se recuperar que podem chegar, inclusive, a uma possível fusão com a General Motors ou com a Renault Nissan.
O Grupo Renault Nissan também enfrenta apuros. A japonesa Nissan vai cortar 1.680 vagas na Espanha, onde possui duas fábricas. Já a francesa Renault decidiu fechar quase todas as fábricas na França durante uma ou duas semanas a partir da próxima segunda-feira (27) para enfrentar a queda nas vendas. Outro grupo francês, o PSA Peugeot-Citroën anunciou nesta sexta-feira (24) uma redução em massa da produção no quarto semestre como parte de um plano de ação em resposta à considerável queda nas vendas, provocada pela crise financeira.
Ainda na Europa, a alemã Daimler anunciou que o lucro operacional da empresa (lucro antes de juros e impostos) caiu para 648 milhões de euros entre julho e setembro, resultado 65,7% inferior ao do mesmo período de 2007 por causa da crise e da queda das vendas da Mercedes-Benz Cars.
A concentração dos esforços em mercados emergentes, como o Brasil, é vista pelas montadoras como o caminho de saída da crise. A exemplo disso, o Conselho de Administração da Fiat S.p.A divulgou, nesta quinta-feira (23), que o Fiat Group Automobiles (FGA) registrou, no terceiro trimestre, receita de 6,6 bilhões de euros, (alta de 1,9% em relação ao terceiro trimestre de 2007), mesmo com 516.700 veículos vendidos, queda de 4,8%. Segundo o grupo, o contínuo crescimento dos volumes no Brasil, de 10,2% no período, compensou as menores vendas na Europa Ocidental, em queda de 12%.
Fonte: G1
Mudanças no Imposto de Renda
Receita Federal implantará em dois anos modelo em que contribuinte recebe o formulário já pronto, com valores. Os 24,2 milhões de contribuintes brasileiros não vão mais precisar quebrar a cabeça na hora de preencher a declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física. No prazo máximo de dois anos, eles vão passar a receber o formulário já pronto, incluindo o valor do tributo a pagar ou a restituição a receber, seguindo o modelo já usual do temido fisco norte-americano e recentemente implantado no Chile. O sistema será alimentado com informações fornecidas por seus parceiros comerciais, entre prestadores de serviço, imobiliárias e cartórios. Seu único trabalho será confirmar os dados ou fazer pequenas modificações, se necessário.
A novidade foi divulgada por Marcos Mazoni, diretor-presidente do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro). Embora a Receita Federal do Brasil tenha evitado se pronunciar sobre o assunto, o corpo técnico em Brasília participou esta semana da primeira reunião do ano para discutir o Imposto de Renda para 2009.
A mudança virá já na gestão da nova secretária da Receita, Lina Vieira, que assumiu o posto quinta-feira passada. Janir Adir Moreira, vice-presidente da Associação Brasileira de Direito Tributário (Abradt), calcula que a medida trará uma redução substancial na malha fina. 'A Receita já monitora todos os passos do contribuinte brasileiro e não há mais como omitir uma informação de rendimento na declaração. Se ela já tem todos os dados nas mãos para fiscalizar, por que não ajudar o contribuinte?', observa. Ele acredita que o procedimento irá poupar trabalho ao contribuinte e não irá induzi-lo a erro, já que as informações serão em boa medida
repassadas por ele próprio e em seguida conferidas antes de dar o OK.
Atualmente, o contribuinte ou o contador indicado por ele tem por hábito recuperar os dados lançados na declaração de IR do ano anterior e salvar no novo arquivo, acrescentando uma ou outra alteração. É diferente do que irá ocorrer no futuro, quando as informações serão fornecidas à Receita por terceiros. 'Quando o contribuinte compra uma casa na praia e registra em cartório, o cartório hoje já emite uma declaração que irá alimentar o banco de dados da Receita.
O mesmo irá ocorrer se a pessoa prestou ou pagou por um serviço, comprou ou vendeu ações, ou trocou o carro', lembra Moreira. 'É uma via de mão dupla. Hoje quem já tem certificação ou assinatura digital no Brasil tem acesso a todos os dados da sua conta corrente fiscal.
Ele consegue saber se alguém declarou qualquer valor a ele', afirma.
Fonte: (Estado de Minas - Economia - Sandra Kiefer ? 8/8/08)
Nota do Clipping: Este assunto também foi veiculado na seguinte fonte:
Diário do Nordeste/CE
A novidade foi divulgada por Marcos Mazoni, diretor-presidente do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro). Embora a Receita Federal do Brasil tenha evitado se pronunciar sobre o assunto, o corpo técnico em Brasília participou esta semana da primeira reunião do ano para discutir o Imposto de Renda para 2009.
A mudança virá já na gestão da nova secretária da Receita, Lina Vieira, que assumiu o posto quinta-feira passada. Janir Adir Moreira, vice-presidente da Associação Brasileira de Direito Tributário (Abradt), calcula que a medida trará uma redução substancial na malha fina. 'A Receita já monitora todos os passos do contribuinte brasileiro e não há mais como omitir uma informação de rendimento na declaração. Se ela já tem todos os dados nas mãos para fiscalizar, por que não ajudar o contribuinte?', observa. Ele acredita que o procedimento irá poupar trabalho ao contribuinte e não irá induzi-lo a erro, já que as informações serão em boa medida
repassadas por ele próprio e em seguida conferidas antes de dar o OK.
Atualmente, o contribuinte ou o contador indicado por ele tem por hábito recuperar os dados lançados na declaração de IR do ano anterior e salvar no novo arquivo, acrescentando uma ou outra alteração. É diferente do que irá ocorrer no futuro, quando as informações serão fornecidas à Receita por terceiros. 'Quando o contribuinte compra uma casa na praia e registra em cartório, o cartório hoje já emite uma declaração que irá alimentar o banco de dados da Receita.
O mesmo irá ocorrer se a pessoa prestou ou pagou por um serviço, comprou ou vendeu ações, ou trocou o carro', lembra Moreira. 'É uma via de mão dupla. Hoje quem já tem certificação ou assinatura digital no Brasil tem acesso a todos os dados da sua conta corrente fiscal.
Ele consegue saber se alguém declarou qualquer valor a ele', afirma.
Fonte: (Estado de Minas - Economia - Sandra Kiefer ? 8/8/08)
Nota do Clipping: Este assunto também foi veiculado na seguinte fonte:
Diário do Nordeste/CE
BRASILEIRÃO 2008
Quinta, 23/10/2008 20:30
Flamengo 5x0 Coritiba
Grêmio 1x0 Sport
São Paulo 2x1 Vitória
Sábado, 25/10/2008 16:00
Fluminense 3x0 Palmeiras
Ipatinga 0x3 Botafogo
Atlético-PR 1x0 Cruzeiro
18:20
Santos 3x0 Figueirense
Náutico 1x1 Portuguesa
Atlético-MG 2x2 Internacional
Flamengo 5x0 Coritiba
Grêmio 1x0 Sport
São Paulo 2x1 Vitória
Sábado, 25/10/2008 16:00
Fluminense 3x0 Palmeiras
Ipatinga 0x3 Botafogo
Atlético-PR 1x0 Cruzeiro
18:20
Santos 3x0 Figueirense
Náutico 1x1 Portuguesa
Atlético-MG 2x2 Internacional
Campeonato Brasileiro Série B
Ter, 21/10/2008 20:30
América-RN 2x1 Santo André
Bragantino 1x1 ABC
Brasiliense 2x1 Criciúma
Sexta, 24/10/2008 20:30
Juventude 3x2 Gama
Fortaleza 2x2 CRB
Vila Nova 2x1 Ponte Preta
Sábado, 25/10/2008 16:00
São Caetano 3x1 Bahia
Corinthians 2x0 Ceará
Barueri 1x2 Paraná
20:30
Avaí 3x1 Marília
Obs: Com esses Resultados o Corinthians já garante a volta a primeira divisão em 2009.
América-RN 2x1 Santo André
Bragantino 1x1 ABC
Brasiliense 2x1 Criciúma
Sexta, 24/10/2008 20:30
Juventude 3x2 Gama
Fortaleza 2x2 CRB
Vila Nova 2x1 Ponte Preta
Sábado, 25/10/2008 16:00
São Caetano 3x1 Bahia
Corinthians 2x0 Ceará
Barueri 1x2 Paraná
20:30
Avaí 3x1 Marília
Obs: Com esses Resultados o Corinthians já garante a volta a primeira divisão em 2009.
Copa Sul-Americana 2008
domingo, 19 de outubro de 2008
Embarque de carne já alcança R$ 3,5 bi
O Brasil faturou US$ 5,03 bilhões nos últimos 12 meses com as exportações de carne bovina. No acumulado de janeiro a agosto de 2008 a receita cambial foi de US$ 3,5 bilhões, o que representa um crescimento de 21% em relação ao mesmo período de 2007. Só em agosto, o setor faturou US$ 533 milhões com a demanda do mercado externo, o que representa um crescimento de 40% sobre as cifras embolsadas no mesmo mês de 2007.Os dados são da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec). A Rússia ocupa o posto de maior importador. Só este ano as vendas alcançaram US$ 1 bilhão em carne in natura. A Venezuela aparece em um distante segundo lugar com US$ 233 milhões pagos pela iguaria brasileira, um aumento de 178% em relação aos mesmos primeiros oito meses de 2007.Do outro lado da balança, houve queda no volume total embarcado. Nos oito meses deste ano apenas 1,4 milhão de toneladas da carne brasileira foram parar no mercado internacional, resultado que mostra uma queda de 15,5% em relação aos volumosos oito meses de 2007. Em agosto a queda foi um pouco menor, 7,86%. De acordo com a consultora Gabriela Tonini, da Scott Consultoria, o bloqueio Europeu à carne brasileira é um dos principais vilões da redução do volume total exportado. "Esse desacordo entre Brasil e União Européia em relação aos padrões de exportação da carne brasileira já é antigo, mas em 2007 o bloqueio era apenas para as regiões marcadas pela aftosa, hoje menos de 300 fazendas brasileiras mandam carne para lá", esclarece Tonini.Mas de acordo com o diretor executivo da Abiec, Luiz Carlos de Oliveira, a tendência é aumentar o número de Eras. "A cada semana é maior o número de fazendas com pedidos de auditorias junto ao ministério", explica Oliveira. Só em Minas Gerais, estado com o maior número de fazendas liberadas - 161 das atuais 296 -, deve haver um crescimento significativo. A expectativa da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento é de que a liberação avance por 287 novos municípios mineiros, o que pode aumentar em 20% as exportações daquele estado para o Bloco.
Fonte: Gazeta Mercantil - Agronegócios - Pág C10 - 17.09.08
Fonte: Gazeta Mercantil - Agronegócios - Pág C10 - 17.09.08
Desvalorização do real favorece a competitividade da carne brasileira
No Brasil, mediante recuperação dos preços (virada de ciclo pecuário) e frouxidão cambial, a arroba do boi gordo alcançou, em dólares, patamares recordes. A média histórica de US$22,00 a US$25,00 ficou bem para trás.
Na verdade, este ano, o boi do Brasil (tomando São Paulo como referência) chegou a registrar picos ao redor de US$60,00/@. Dessa forma, se tornou um dos mais “caros” do planeta, bem acima dos vizinhos de América do Sul e bastante próximo das cotações de EUA e Europa.
Nos últimos meses, porém, em função de fatores que a mídia tem noticiado dia e noite, o real entrou em rota de desvalorização. A alta do dólar foi de 22% em 30 dias.
Dessa forma, o boi do Brasil já retornou aos mesmos patamares de vizinhos como Uruguai e Paraguai, concorrentes diretos em vários mercados.
É fato que a cotação argentina segue bastante competitiva. Mas justamente porque o governo local tem segurado as exportações. Portanto, se o país não está exportando, deixa de ser concorrente. Pode ter o preço que quiser.
É verdade também que a crise financeira iniciada nos EUA, e que agora já acomete a economia “real” em nível global, deve afetar negativamente o crescimento do consumo e, conseqüentemente, os preços da carne bovina no mercado internacional.
No entanto, é preciso considerar, primeiro, que guinada do câmbio, ao menos por enquanto, compensa esse movimento. Além de melhorar a margem do exportador, aumenta a atratividade da carne nacional frente aos concorrentes, o que pode favorecer a procura mesmo em períodos de consumo menos aquecido.
Segundo, ainda que de forma mais comedida (principalmente nesses próximos 2 anos), o consumo mundial de carne bovina deve se manter em crescimento. E o destaque são os emergentes, grupo do qual o Brasil faz parte (e o mercado interno ainda é o nosso maior mercado) e do qual pertencem os principais importadores da carne brasileira (destaque para a Rússia e países do Oriente Médio).
Por fim, do lado da oferta, a Austrália acredita em retração da produção em 2009, o Uruguai está com dificuldades de expansão, a Europa está em recessão, os norte-americanos estão descartando vacas e reduzindo o volume de cabeças confinadas e, mesmo aqui no Brasil, a retomada dos investimentos ainda não foi suficiente para compensar mais de três anos de abate de matrizes.
Portanto, mesmo com crise, o cenário ainda é favorável (ou menos desfavorável) à carne bovina brasileira.
Fonte: Site da Ibiporã e Scot Consultoria
Na verdade, este ano, o boi do Brasil (tomando São Paulo como referência) chegou a registrar picos ao redor de US$60,00/@. Dessa forma, se tornou um dos mais “caros” do planeta, bem acima dos vizinhos de América do Sul e bastante próximo das cotações de EUA e Europa.
Nos últimos meses, porém, em função de fatores que a mídia tem noticiado dia e noite, o real entrou em rota de desvalorização. A alta do dólar foi de 22% em 30 dias.
Dessa forma, o boi do Brasil já retornou aos mesmos patamares de vizinhos como Uruguai e Paraguai, concorrentes diretos em vários mercados.
É fato que a cotação argentina segue bastante competitiva. Mas justamente porque o governo local tem segurado as exportações. Portanto, se o país não está exportando, deixa de ser concorrente. Pode ter o preço que quiser.
É verdade também que a crise financeira iniciada nos EUA, e que agora já acomete a economia “real” em nível global, deve afetar negativamente o crescimento do consumo e, conseqüentemente, os preços da carne bovina no mercado internacional.
No entanto, é preciso considerar, primeiro, que guinada do câmbio, ao menos por enquanto, compensa esse movimento. Além de melhorar a margem do exportador, aumenta a atratividade da carne nacional frente aos concorrentes, o que pode favorecer a procura mesmo em períodos de consumo menos aquecido.
Segundo, ainda que de forma mais comedida (principalmente nesses próximos 2 anos), o consumo mundial de carne bovina deve se manter em crescimento. E o destaque são os emergentes, grupo do qual o Brasil faz parte (e o mercado interno ainda é o nosso maior mercado) e do qual pertencem os principais importadores da carne brasileira (destaque para a Rússia e países do Oriente Médio).
Por fim, do lado da oferta, a Austrália acredita em retração da produção em 2009, o Uruguai está com dificuldades de expansão, a Europa está em recessão, os norte-americanos estão descartando vacas e reduzindo o volume de cabeças confinadas e, mesmo aqui no Brasil, a retomada dos investimentos ainda não foi suficiente para compensar mais de três anos de abate de matrizes.
Portanto, mesmo com crise, o cenário ainda é favorável (ou menos desfavorável) à carne bovina brasileira.
Fonte: Site da Ibiporã e Scot Consultoria
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